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Chá dos 3
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Isso é História - Caio Fernando Abreu

Cultive, cuide, queira o bem. O resto vem. Caio Fernando Abreu


História e Literatura: as vozes de uma geração nos contos de Caio Fernando Abreu - Guilherme Zubaran de Azevedo

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Isso é História - Mary Del Priore


Ela é historiadora, ela é legal, ela é inteligente, ela estudou na França e ela é direta.


Segue uma parte da entrevista no Jô Soares, onde fala sobre seu novo livro "Histórias íntimas - Sexualidade e erotismo na história do Brasil", onde percorre os cinco séculos de história do país sob o prisma da sexualidade.



Mary Del Priore é uma grande historiadora e pesquisa temáticas relacionadas a história das mulheres, sexualidade e excluídos da história. 
Abaixo indico algumas entrevistas onde ela fala sobre as mulheres, sobre a forma que educamos nossos filhos e alunos e apresenta um panorama de como a mulher é presa aos padrões de beleza.
Vale a pena a leitura. De verdade!!!


Isto é
Educar para Crescer
Revista Época
História.com.br
Revista TPM

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Isso é História - A saga das Benzedeiras



Olá queris...

Acho que nunca falei isso aqui (não que seja algo assim, uau), mas a minha monografia foi sobre benzedeiras.

Durante boa parte da minha graduação uma das minhas maiores angústias era sobre o assunto do TCC. Não sabia sobre o que fazer e via todas os meus amigos já super decididos sobre os seus temas, o que só aumentava o meu desespero. 
Quem me conhecia melhor sugeria trabalhar com história do imaginário, da sensibilidade, alguma coisa relacionada a antropologia. Mas eu queria abraçar o mundo e não tinha foco, até que a colega e amiga Pri (Parole, parole, parole) me apontou a possibilidade de um trabalho sobre benzedeiras.
Conversei com o desorientador sobre e ele foi claro ao dizer que não sabia nada do assunto, mas abraçava a minha escolha. Então foi assim que mergulhei durante um ano em um mundo sobre feiticeiras, rezadores, boticários, dentistas, ervateiros, homeopatas, parteiras entre tantas outras curandeirices, artes e ofícios de curar. Ao invés da caça às bruxas, foi uma caça à benzedeiras e benzedeiros.
Entrevistei muita gente, aprendi coisas que jamais pensei que fossem reveladas a mim e na apresentação da mono tirei um 10 que nem esperava, pois o assunto é tão subjetivo. 
A magia de alguma forma foi compartilhada nos meus escritos.
Nessa caminhada encontrei muita gente que estuda a sério a história da saúde. Trabalhos densos, poéticos, engraçados, lindos...
E o Muhm (Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul) foi uma das minhas boas descobertas. Entre exposições e pesquisas interessantíssimas, uma em especial fez meu coração bater mais forte: Mulheres e Práticas de Saúde - Medicina e Fé no Universo Feminino. Para ver a página da exposição é só clicar aqui.
Nessa pesquisa foi feito um vídeo com entrevistas de benzedeiras. Um vídeo lindo, sensível e que serviu de inspiração para a composição do meu trabalho.

Compartilho com vocês o vídeo. Uma maneira singela de demonstrar a minha eterna gratidão a esses homens e mulheres que dividiram comigo seus segredos e palavras mágicas.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Isso é História - Rio Pardo

Olá queris,

Sábado minha grande amiga Pri me convidou para passear em sua cidade, Rio Pardo, que fica bem pertinho da minha (não chega dar 1 hora até lá).
Adorei o convite e rezei para que aqueles tempos chuvosos dessem uma trégua. São Pedro, que agora também é padroeiro das licenciadas em história, ouviu as minhas preces e sábado foi um dia lindo, quente, ensolarado e sem nenhuma nuvem.
Apesar de Rio Pardo ficar aqui do lado, de ter amigos que moram lá, e da cidade respirar história, eu havia ido lá apenas duas vezes: uma quando criança, e outra para visitar minha amiga Aline e fazer as tatoos.
Amei o passeio, as conversas, as pessoas, o ar, o cheiro e claro, a ótima e paciente Pri (parole, parole, parole).

Abaixo seguem algumas fotos do meu passeio com a Pri:

Essa é a antiga Escola Militar (entre 1890 e 1911), onde se formavam os "Dragões". Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra também estudaram aqui.

Hoje a edificação funciona como Centro Regional de Cultura, mas ele também foi escola preparatória para moças, foi desativado por um tempo, e posteriormente restaurado.

A construção é de 1882, e tinha como finalidade inicial abrigar a Casa de Caridade de Rio Pardo

Nesse dia tinha uma exposição de carrancas

Ela foi tombada como patrimônio histórico

Essa é a vista da janela. E essa galera era uma parte da banda que ensaiava para o desfile que vai acontecer. É a disputa entre dois exércitos.

Eu não lembro o nome do desfile, mas sei que é para o Festival dos Sonhos (sonhos de comer!!!)
Tem até balisa, bandeira, coreografia, uniforme de militar...

Rio Pardo é uma cidade de colonização portuguesa.



Desculpe por encher o post de fotos, mas adorei o lugar e principalmente a escada, como se pode notar. A energia de lá é muito legal. Vocês acreditam em física quântica? Se sim, eu toquei nos átomos de Getúlio Vargas... rsrsrs

Essa é a rua da ladeira, 1ª rua pavimentada do Brasil (segundo a história oficial). Ela foi pavimentada para a visita de D. Pedro II. Hoje apenas uma parte da ladeira permanece original, que foi tombada pelo patrimônio. De acordo com o avô da Pri, na época em que a rua era modernizada, houve grande revolta na cidade, dividindo opiniões. Um professor (aposto que era de história... rsrsr) e alguns de seus alunos iam de noite na rua e arrancavam tudo que havia sido feito durante o dia.

Essa é a ponte descrita pelo francês Auguste Saint Hilaire em
Viagem ao Rio Grande do Sul 1819-20


Aproveitamos também para ver o pôr-do-sol na antiga estação férrea. A estação é desativada, mas o trem ainda passa por lá!

Não é tão fácil andar na linha... rsrsr... foram várias tentativas até dar certo!

E tem aquela história de que a unica mulher que andou na linha o trem pegou! Tensa!!!
E reparem no cabelón, que entraria para a tesoura no sábado e foi salvo pelo convite da Pri.


PARE - OLHE - ESCUTE
E não ande como uma desesperada batendo fotos
entre os trilhos

E para fechar o post, um lanchinho no café temático (com sofazinho e mil outras frescuras lindas de querer comer para sempre lá). Os cafés tem nomes de generais! Mas não foi dessa vez que experimentei, acabei pedindo um chá que ainda não conhecia e esta torta que está a frente dele.

Ahhhh... Havia me esquecido... E olha o que eu comprei por lá!!! Rsrsrsr
Meias com a Torre Eiffel!

O dia foi maravilhoso e vimos outras coisas por lá, mas para o post de hoje é isso. A Daca também já postou sobre Rio Pardo. Quer ver? Acesse aqui.

Bjinhos...


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Isso é História - Joguinho




No Guia do Estudante tem vários joguinhos educativos, entre outros conteúdos multimídia.

Como o meu metiê é história, indico o "Jogo do Arqueólogo", cuja proposta é ajudar o arqueólogo a encontrar peças perdidas no tempo.

Espero que gostem!!!


segunda-feira, 4 de julho de 2011

A espiã Mata Hari - Isso é História

Por trás da exótica personagem que construiu, a de uma dançarina falsamente indiana, a espiã transformou-se em lenda, eternizada pelas dúvidas sobre sua atuação.



Link
Em 1917, em pleno conflito mundial, Mata Hari, a célebre dançarina, foi julgada por um conselho de guerra, condenada à morte e, dois meses e meio mais tarde, em 15 de outubro, fuzilada na cidade de Vincennes, na França. Muito foi escrito sobre ela. Alguns de seus biógrafos tentaram limpar sua biografia, incutindo dúvidas sobre sua culpabilidade. Outros, ao contrário, mostraram tantas provas para embasar seus comentários que tornou-se difícil, até mesmo impossível, acreditá-la inocente. Mais penoso ainda é esclarecer, em meio a essa confusão de relatos, os motivos que a fizeram agir. Apesar de tudo o que foi publicado, muitos aspectos de seu temperamento permaneceram estranhamente obscuros.

(Para ler a matéria completa clique aqui).

Insisto que leiam, a história de Mata Hari é incrível. Usei um livro da história dela em uma aula do 2º grau e foi sucesso.

Fonte: Revista História Viva
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Quem foi Mata Hari?

Mata Hari, era o nome artístico de Margaretha Geertruida Zelle, nascida à 07 de agosto de 1876 em Leeuwarden, Holanda e falecida em Vincennes, França, em 15 de outubro de 1917, acusada e fuzilada por espionagem, durante a Primeira Guerra Mundial. Filha de um empresário com uma descendente de javaneses, teve um casamento fracassado, e devido à dificuldades financeiras mudou-se para Paris onde tornou-se dançarina, com um forte apelo exótico, adotou o nome Mata Hari, tendo, também tornado-se uma cortesã.
Durante a Primeira Guerra Mundial ela dormiu com inúmeros políticos, empresários e Oficiais, tanto alemães como franceses. Nunca foi exatamente esclarecido qual o papel de Mata Hari, durante à guerra, se realmente foi uma espiã, possivelmente, pode ter sido usada pelos dois lados e na verdade poderia sido uma “vítima”, o certo é que se envolveu com Oficiais franceses e alemães em plena guerra.

Curiosidades:

Existem inúmeras lendas envolvendo a execução de Mata Hari, dentre elas, a de que os soldados do pelotão de fuzilamento tiveram que ser vendados para não serem envolvidos pelo charme da cortesã, ou ainda que Mata Hari teria mandado beijos para os integrantes do pelotão de fuzilamento que tiveram que ser coagidos para dispararem contra ela. E a mais fantasiosa seria a que ela, além de mandar beijos para os soldados, abriu a túnica mostrando os seios. E mais, que ela teria pedido para não ser vendada, como era o costume durante uma execução, o que naturalmente lhe foi negado.



Fonte: Café História

E tem mais alguma coisa aqui.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Che Guevara em desenho animado


O vídeo abaixo conta em resumo a história da vida de Ernesto Che Guevara em formato de desenho animado. A música que embala o desenho é "Hasta Siempre Comandante", de Carlos Puebla.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

E viveram felizes para sempre - Isso é História


E viveram felizes para sempre...

Ou não. Os casamentos reais misturam tradições da nobreza e dores da vida real em rituais que, ainda hoje, lembram contos de fada

por Jeanne Callegari
Moça comum conhece estrangeiro encantador. Apaixonam-se e ela descobre que ele é o príncipe de um país europeu. Os dois se casam e vivem felizes para sempre. Conto de fadas? Não. Essa é a história real de Mary Donaldson, a publicitária australiana que conquistou o coração do príncipe Frederik, da Dinamarca. O casal se encontrou pela primeira vez durante a Olimpíada de Sydney, em 2000, e, quatro anos depois, protagonizou um dos casamentos mais românticos da realeza, na catedral de Copenhague. Ela desfilou com um vestido de 6 metros de cauda e um véu feito de renda irlandesa de 100 anos. Ele quebrou o protocolo e chorou no altar, enquanto esperava a chegada da noiva. Ao fim da celebração, o casal seguiu de carruagem até o palácio de Fredensborg, residência de primavera da família do noivo, para o beijo público junto ao balcão. A jovem nascida na Tasmânia, filha de um professor de Matemática, ganhou, assim, o título de sua alteza real e princesa herdeira do trono da Dinamarca.

Como a maioria dos casamentos reais, marcados por pompa e tradição, esse também foi acompanhado por milhares de pessoas. "A mágica do evento fascina o público: um vestido de tirar o fôlego, o desfile em um Rolls-Royce conversível ou mesmo em uma carruagem dourada", diz Julia Melchior, autora do livro Royal Weddings ("Casamentos reais"), escrito em parceria com Friederike Haedecke. "E, apesar da organização cuidadosa, em cada casamento real ocorrem coisas engraçadas em que ninguém pensou antes." É o anel que não entra no dedo, um lenço que aparece quando não devia, a tiara que some na última hora. Deslizes que aproximam os soberanos de seus súditos, que torcem pelos casais e choram junto com eles.

Os gestos rituais impressionam também por conseguirem, em momentos inspirados, sintetizar significados e valores antigos da monarquia. No casamento de Máxima Zorreguieta com o príncipe Willem-Alexander, da Holanda, todos prenderam a respiração, quando a aliança resistiu a encaixar no dedo da noiva. A joia finalmente coube tão perfeitamente no anular da princesa quanto o sapato de cristal no pé de Cinderela. E a plateia comemorou, como se assistisse ao triunfo definitivo do amor sobre a política.

Para continuar lendo clique aqui.

Fonte: Aventuras na História

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ele é Historiador sabia? (1)

José Gayegos

Profissão: Estilista e Historiador
O estilista e historiador de moda José Gayegos iniciou sua carreira profissional ao lado do costureiro Dener, principal expoente da moda brasileira. Atuou ainda nas principias grifes de moda do Brasil além de ter criado inúmeros figurinos para novela da Tv Globo. Foi também coordenador de moda e relações internacionais do SENAC São Paulo.

Já trabalhou com o Ocimar Versolato, no Valentino e no Christian Dior e tem um programa Rendas & Babados, 5ª feira, das 20h às 21h30, na www.alltv.com.br.

Fonte: All TV

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ovo Fabergé - Isso é História


Os Ovos Fabergé são obras-primas da joalheria produzidas por Peter Carl Fabergé e seus assistentes no período de 1885 a 1917 para os czares da Rússia. Os ovos, cuidadosamente elaborados com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas, escondiam surpresas e miniaturas encomendados e oferecidos na Páscoa entre os membros da família imperial. Disputados por colecionadores em todo o mundo, os famosos ovos de Páscoa criados pelo joalheiro russo são admirados pela perfeição e considerados expoentes da arte joalheira.

Fonte: Para saber mais acesse aqui.

  • 1885 Galinha
  • 1886 Galinha com pendente de safira †
  • 1887 Relógio da serpente azul
  • 1888 Querubim e carruagem†
  • 1889 Necessaire †
  • 1890 Palácios dinamarqueses
  • 1891 Memória de Azov
  • 1892 Diamantes incrustados
  • 1893 Cáucaso
  • 1894 Renascimento
  • 1895 Botão de rosa
  • 1895 Doze monogramas
  • 1896 Miniaturas giratórias
  • 1896 Retratos de Alexandre III †
  • 1897 Coroação
  • 1897 Pelicano de ouro
  • 1898 Lírios do vale
  • 1898 Muget †
  • 1899 Relógio bouquet
  • 1899 Amores perfeitos
  • 1900 Transiberiano
  • 1900 Galinho
  • 1901 Cesto de flores silvestres
  • 1901 Palácio Gatchina
  • 1902 Folhas de trevo
  • 1902 Empire Nephrite†
  • 1903 Pedro, o Grande
  • 1903 Jubileu Dinamarquês†
  • 1906 Kremlin de Moscovo
  • 1906 Cisne
  • 1907 Grinaldas de rosas
  • 1907 Troféu do amor
  • 1908 Palácio de Alexandre
  • 1908 Pavão
  • 1909 Iate
  • 1909 Comemorativo de Alexandre III†
  • 1910 Colunas
  • 1910 Alexandre III equestre
  • 1911 15º Aniversário
  • 1911 Loureiro
  • 1912 Czarevich
  • 1912 Napoleónico
  • 1913 Tricentenário Romanov
  • 1913 Inverno
  • 1914 Mosaico
  • 1914 Catarina a Grande ou Grisaille
  • 1915 Cruz vermelha com tríptico da ressurreição
  • 1915 Cruz vermelha com retratos imperiais
  • 1916 Ovo militar em aço
  • 1916 Ordem de São Jorge
  • 1917 Madeira de Karelia - encomendado apenas
  • 1917 Constelação - encomendado apenas
† Desaparecido
Meu preferido!!! Todo de cristal!


Inacabado!



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